Desde dezembro de 2013, tenho realizado experimentos de gravação de áudio extrafísico durante a mobilização básica das energias. O que à princípio parecia improvável de dar certo revelou-se uma prática investigativa de importância única não apenas para o conhecimento do universo extrafísico, mas, sobretudo, para a autopesquisa da minha psicosfera e as relações interdimensionais que norteiam o meu momento evolutivo, através das reciclagens conscienciais necessárias. Ao todo, até o momento, 130 experimentos foram realizados, com uma média de 30 a 40 minutos de gravação por experimentos. O compêndio de informação é gigantesco e já estou escrevendo um livro sobre o assunto que deve sair em 2015.
O experimento consiste basicamente de ligar o gravador do celular, enquanto eu faço a mobilização das energias, prática que se assemelha em alguns aspectos à meditação. Durante a atividade, nada é ouvido, nenhuma voz ou som não identificável é percebido, salvo aqueles observados antes do início do experimento, como barulho de carros na rua, natureza, vizinhança etc., sons, portanto, do mundo físico apenas. Ao fim da mobilização, passo o arquivo de áudio para o computador, amplio o som em 700 vezes, faço o upload deste arquivo para o editor de som, faço uma nova ampliação de som e só então posso ouvir os áudios captados. São inúmeras as captações de vozes e sons extrafísicos não identificados nas gravações. Algumas captações são claras como a voz humana, outras nem tanto e, claro, há muito material cujas vozes não são decifradas. Lancei no meu canal no YouTube o resultado selecionado de 3 experimentos e a intenção é lançar essas gravações na medida em que els são editadas.
A pesquisa de captação de áudios extrafísicops
já gerou alguns benefícios, como (1) um aumento
do parapsiquismo, diga-se, clariaudiência - em alguns momentos, posso ouví-los sem precisar de gravação; (2) a ampliação do
portal - meio de comunicação a partir da dimensão extrafísica: hoje há muitos
mais áudios gravados - vozes audíveis e comunicação em diálogos do que
verificado nos primeiros experimentos; (3) aumento do campo assistencial e da
comunicação propriamente dita: há consciexes que vêm para se comunicar porque
sabem que você irá ouví-las - mensagens, recados etc., para você mesmo,
passaram a ocorrer com mais frequência; (4) ganho de conscientização da sua realidade
multidimensional, com uma atualização sobre você mesmo e o entendimento do seu
contexto existencial; (5) ganho da noção de prioridades com relação à sua
programação existencial; (6) ganho de recurso extrafísico (amparo) para as
reciclagens existenciais; (7) maior intimidade na relação com amparadores,
membros de equipexes etc. - hoje já consegui mapear nomes de consciexes dessas
equipes e já foi possível conversar em tempo real com algumas delas; (8) ganho
de acuidade auditiva - você começa a identificar um áudio extrafísico com
propriedade, pois os reconhece através de padrões de tonalidade, entonação,
volume, rotação etc.; (9) realinhamento pensênico através da conscientização
multidimensional e, para fechar uma lista redonda, (10) o bem estar que essa
comunicação produz no reconhecimento de antigas amizades, a constatação do seu
compromisso com essas equipes de trabalho, a ciência de como um atendimento
extrafísico é feito através das suas energias e os benefícios que esse
tratamento produz nas próprias consciexes.
Todo experimento deve ser feito com MBE
(Mobilização Básica das Energias) para que haja uma intencionalidade hígida
envolvida, isto é, benéfica para o experimentador, através da autopesquisa, e terapêutica para as consciexes,
com a exteriorização das energias. Além disso, a MBE otimiza a produção de
ectoplasma (quanto maior for a exteriorização de energias ectoplásmicas, melhor
será a qualidade dos áudios). Também ressalto que a prática da MBE cria campos
paraterapêuticos, com presença de equipexes que sabem conduzir o atendimento.
Os experimentos não devem ser feitos todos os dias na mesma hora para não
ocorrer a instalação de uma TENEPES (Terapia Energética Pessoal Diária), nem
todos os dias em horários diferentes, para não estabelecer uma pré-TENEPES.
Caso não seja a intenção do experimentador começar a pré-TENEPES, faça os
experimentos em dias alternados, ou algumas vezes por semana, em dias
diferentes, a fim de não criar rotinas com a criação de campos conduzidos por
consciexes em geral. Ao iniciar o experimento, a responsabilidade da evocação
será sua. Por isso, é importante fazê-lo cons fins assistenciais, montando
campos para equipes extrafísicas, obedecendo padrões de posturas de acomodação
no local do experimento, com organização pensênica (pensamentos, sentimentos e
energias adequadas, pacíficas e acolhedoras), boa temperatura (se ligar o ar,
desligue-o durante o experimento ou você não vai ouvir nada pelo barulho da
máquina), isolamento de sons externos (procure as horas do dia mais
silenciosas, feche portas e janelas, desligue a televisão, o som, o rádio,
esconda os animais e os relógios de mesa e parede por causa dos tic-tacs,
observe se há vizinhos falando alto, cantando, barulho de carros na rua, etc.
para não haver contaminação no som - com a ampliação do som, todos os sons
físicos ficam como se estivessem acontecendo dentro do seu quarto!); observe
também os padrões dos áudios antes da montagem de campo (frequência ostensiva
de consciexes que chegam para o tratamento - confusão, balbúrdia), durante a
montagem de campo (momento da chegada de equipexes e organização das consciexes
para o tratamento - acalmia); durante o campo (equipexes e atendidos dialogam -
organização); no encerramento do campo (membros de equipexes conversdam entre
si - observações sobre pacientes e você). Nota final: durante o experimento,
não se ouve nada - silêncio total. Todos os áudios só são audíveis quando
gravados e ampliados. A pesquisa está no início, segue em andamento e muito
ainda precisa ser observado. Tenha as suas próprias experiências.
Bem vindo ao Via Consciência, um blog dedicado à comunicação conscienciológica, onde o ser humano em evolução é o principal tema de pesquisa.
Todos os textos neste blog são de autoria de Mário Luna Filho, salvo aqueles em que a fonte for mencionada. Críticas e comentários são bem vindos.
"Não acredite em nada que ler ou ouvir neste blog. Reflita. Tenha suas próprias opiniões e experiências."
Todos os textos neste blog são de autoria de Mário Luna Filho, salvo aqueles em que a fonte for mencionada. Críticas e comentários são bem vindos.
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sábado, 10 de maio de 2014
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Do Assédio Interconsciencial à Desassedialidade Permanente
O livro "Contrapontos do Parapsiquismo", da autora Cirleine Couto, lançado no último mês de junho pela editora Editares, é uma obra fundamental para entendermos o processo de superação do assédio interconsciencial rumo à desassedialidade permanente, como bem anuncia o subtítulo da obra.
O parapsiquismo é uma função natural humana, comum a todos em maior ou menor grau, através da qual vivenciamos as percepções extrassensoriais e com a qual estabelecemos a comunicação interdimensional. Também conhecido por paranormalidade, o parapsiquismo é uma ferramenta evolutiva essencial, utilizada pela consciência para transpor os limites da realidade física a fim de alcançar maior discernimento e lucidez perante a realidade multidimensional. Para isso fazemos uso dos veículos de manifestação (soma ou corpo físico, energossoma ou corpo energético, psicossoma ou corpo das emoções e o mentalsoma ou corpo mental) e das nossas potencialidades bioenergéticas.
O parapsiquismo, que está associado à mediunidade, é uma habilidade que pode ser desenvolvida de maneira sadia pela consciência empreendedora em sua evolução pessoal. Temas relacionados ao parapsiquismo são cada vez mais comuns em livros, revistas, filmes, seriados, novelas etc., mas raramente são abordados tecnicamente. A autora Cirleine Couto apresenta o resultado de um trabalho sério de autopesquisa, com o propósito de nos mostrar de forma direta, e por vezes crua, a realidade tanto daqueles que encontram-se no período de transição de patamar evolutivo, motivados pela vontade de reciclar traços fardos da personalidade, cientes dos beneficios do investimento na evolução pessoal, quanto dos que simplesmente ignoram tudo isso imersos numa ignorância automimética.
Com uma escrita técnica arrojada e brilhantemente desenvolvida e demonstrando raro domínio do tema, a autora "utiliza a técnica de contrapontos e contrastes, explicita as condições sadias e doentias no emprego do parapsiquismo, a utilização do atributo em prol da evolução, da interassistencialidade, ou na contramão, como instrumento de manipulações conscienciais antievolutivas, além de indicar soluções e terapias para problemas, enigmas e impasses desta complexa área cognitiva humana, ainda pouco explorada cientificamente".
O parapsiquismo é em si um tema obrigatório a todos os que priorizam o autoconhecimento multidimensional e estão investindo na sua evolução pessoal. A gestação consciencial Contrapontos do Parapsiquismo é uma obra que em muito irá lhe auxiliar nesse caminho.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Parapsiquismo e Cientificidade
Para falar sobre Parapsiquismo, Ton Martins, apresentador do programa Ciência & Consciência, recebe Nanci Trivellato, Mestre em Metodologia Científica em Psicologia , Editora do Journal of Conscientiology e Diretora Científica da IAC - International Academy of Consciousness. Mais informações sobre o programa Ciência & Consciência, visite http://www.complexis.org
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
PARTE 6
PARTE 7
FINAL
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
PARTE 6
PARTE 7
FINAL
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Você Já Teve uma Vivência Parapsiquica ?
Com esta pergunta surgiu a idéia do documentário Homo Sapiens Parapsychicus, uma obra engajada em mostrar que o parapsiquismo, isto é, a comunicação entre as dimensões intra e extrafísica, é muito mais comum do que podemos imaginar. Cabe apenas ao ser humano compreender a sua própria parafisiologia e conhecer suas faculdades paranormais, tendo a quebra de tabús e a desmistificação do processo parapsíquico como os principais obstáculos a serem vencidos.Antes mesmo de entender a natureza parapsíquica do ser humano, é preciso conhecer a constituição energética do universo em que vivemos. O entendimento da realidade energética, em meio a qual nossas ações se desenvolvem, é um passo fundamental para entender que a comunicação entre as realidades física e extrafísica não diz respeito apenas aos ditos seres paranormais ou faz parte tão somente das habilidades exploradas pelas correntes místicas dogmáticas. Nos comunicamos energeticamente em vários níveis de percepção todos os dias, em estado de vigília física ordinária ou enquanto dormimos. Nosso cérebro capta muito mais informações do que podemos perceber. Isso faz com que a vida esteja inserida numa teia multidimensional de infinitas possibilidades.
terça-feira, 24 de março de 2009
Quem Tem Medo da Paranormalidade ?
Por que a paranormalidade ainda é vista por um prisma tão fantasmagórico e longe da nossa realidade cotidiana ?Geralmente entedemos por fenômeno paranormal tudo aquilo que não pode ser explicado pelo nosso conhecimento científico atual. O que consideramos ser paranormal envolve uma série de eventos anômalos, estranhos, fora do entendimento humano comum. Por isso, tais ocorrências estão diretamente ligadas ao campo do mistério, do místico e esotérico, e portanto, à realidades distantes daquela em que a grande maioria de nós vivemos. Conseqüentemente, consideramos o ser humano com paranormalidade avançada alguém fora dos padrões "normais," um indivíduo com poderes mediúnicos, que atrai para si mais méritos por possuir um dom fora de comum do que responsabilidades para utilizá-lo em beneficio da assistência ao outro e ainda mais importante, em benefício próprio através de uma auto-pesquisa profunda e multidimensional, para qualificar a sua assistência grupocármica.
O entendimento do que é ou representa a paranormalidade, na verdade, identifica-se peculiarmente com cada cultura, credo, religião, ou ciência, mas podemos chegar a um consenso de que, em regra geral, ela é uma capacidade sensitiva e extrasensorial do ser humano. Esta capacidade apresenta-se de forma diferente dependendo do seu grau de desenvolvimento de cada indivíduo. A importância de se ter e usar a paranormalidade em benefício da evolução pessoal é essencial para o aprimoramento dos trafos força, a superação dos traços fardos e para uma cada vez melhor e mais apurada lucidez durante todo o processo evolutivo humano. O parapsiquismo, capacidade que temos para vivenciar os processos paranormais, através das parapercepções, é um dos pilares da tridotação, complementada pela intelectualidade e comuncabilidade. Contudo, apesar de ainda mergulhada no ocultismo, a paranormalidade é vivenciada nas ocorrências da vida diária por muito mais pessoas do que imaginamos.
Durante a pesquisa estatística para o projeto de um documentário, cujo título será Homo Sapiens Parapsychicus, com roteiro de minha autoria, que pretendo começar a filmar ainda este ano, a fim de mostrar o quanto nós somos, por natureza, seres parapsíquicos e que a espiritualidade vai muito mais além do que o vínculo com qualquer religião, seita ou crença pode criar, descobri que pelo menos 85% dos entrevistados já tiveram eles mesmos experiências parapsíquicas ou testemunharam experimentos paranormais em casa ou trabalho, com parente ou amigo, de modo que consideravam a paranormalidade algo familiar. Entre muitos casos narrados, a premonição foi o evento mais relatado pelos entrevistados - sensação de prever o que está por acontecer num futuro próximo ou distante -, seguido de projeções da consciência, ou experiências fora do corpo. Contudo, relatos recorrentes deram conta de que a paranormalidade ainda carece de muita informação prática e funcional e esta carência faz o tema permanecer mergulhado nas brumas do misticismo e do medo. Essa é uma das razões pelas quais ainda olhamos o paranormal como alguém fora de suas funções "normais" e a paranormalidade como algo do qual devemos fugir.
O medo é resultado de uma ignorância retroalimentada por dicotomias religiosas e místicas seculares, como o bem e o mal, Deus e o diabo, céu e inferno, anjo e demônio, e também pela cultura tanatofóbica vivida desde muito cedo pela criança. Além dos inevitáveis monstros debaixo da cama ou bichos-papão, o fantasma tem um papel fundamental no assombro infantil e mais tarde no dos próprios adultos que o criaram. De uma maneira geral, as vivências parapsíquicas ainda carregam o fardo do medo e servem em grande parte como referências fantasmagóricas as quais não devemos levar a sério. Criamos tantas regras para a experiência paranormal que ela hoje, superficialmente, se restringe a poucos que, abertamente, se consideram parapsíquicos. Tal preconceito esconde os verdadeiros números de seres humanos paranormais com uma capacidade sensitiva desenvolvida. E esse número, acredite, parece surpreendente.
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