Bem vindo ao Via Consciência, um blog dedicado à comunicação conscienciológica, onde o ser humano em evolução é o principal tema de pesquisa.

Todos os textos neste blog são de autoria de Mário Luna Filho, salvo aqueles em que a fonte for mencionada. Críticas e comentários são bem vindos.

"Não acredite em nada que ler ou ouvir neste blog. Reflita. Tenha suas próprias opiniões e experiências."
Mostrando postagens com marcador Pluriexistencialidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pluriexistencialidade. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de maio de 2014

INVESTIGAÇÃO: COMUNICAÇÃO INTERDIMENSIONAL (PESQUISA)

Desde dezembro de 2013, tenho realizado experimentos de gravação de áudio extrafísico durante a mobilização básica das energias. O que à princípio parecia improvável de dar certo revelou-se uma prática investigativa de importância única não apenas para o conhecimento do universo extrafísico, mas, sobretudo, para a autopesquisa da minha psicosfera e as relações interdimensionais que norteiam o meu momento evolutivo, através das reciclagens conscienciais necessárias. Ao todo, até o momento, 130 experimentos foram realizados, com uma média de 30 a 40 minutos de gravação por experimentos. O compêndio de informação é gigantesco e já estou escrevendo um livro sobre o assunto que deve sair em 2015.

O experimento consiste basicamente de ligar o gravador do celular, enquanto eu faço a mobilização das energias, prática que se assemelha em alguns aspectos à meditação. Durante a atividade, nada é ouvido, nenhuma voz ou som não identificável é percebido, salvo aqueles observados antes do início do experimento, como barulho de carros na rua, natureza, vizinhança etc., sons, portanto, do mundo físico apenas. Ao fim da mobilização, passo o arquivo de áudio para o computador, amplio o som em 700 vezes, faço o upload deste arquivo para o editor de som, faço uma nova ampliação de som e só então posso ouvir os áudios captados. São inúmeras as captações de vozes e sons extrafísicos não identificados nas gravações. Algumas captações são claras como a voz humana, outras nem tanto e, claro, há muito material cujas vozes não são decifradas. Lancei no meu canal no YouTube o resultado selecionado de 3 experimentos e a intenção é lançar essas gravações na medida em que els são editadas.


A pesquisa de captação de áudios extrafísicops já gerou alguns benefícios, como (1) um aumento do parapsiquismo, diga-se, clariaudiência - em alguns momentos, posso ouví-los sem precisar de gravação; (2) a ampliação do portal - meio de comunicação a partir da dimensão extrafísica: hoje há muitos mais áudios gravados - vozes audíveis e comunicação em diálogos do que verificado nos primeiros experimentos; (3) aumento do campo assistencial e da comunicação propriamente dita: há consciexes que vêm para se comunicar porque sabem que você irá ouví-las - mensagens, recados etc., para você mesmo, passaram a ocorrer com mais frequência; (4) ganho de conscientização da sua realidade multidimensional, com uma atualização sobre você mesmo e o entendimento do seu contexto existencial; (5) ganho da noção de prioridades com relação à sua programação existencial; (6) ganho de recurso extrafísico (amparo) para as reciclagens existenciais; (7) maior intimidade na relação com amparadores, membros de equipexes etc. - hoje já consegui mapear nomes de consciexes dessas equipes e já foi possível conversar em tempo real com algumas delas; (8) ganho de acuidade auditiva - você começa a identificar um áudio extrafísico com propriedade, pois os reconhece através de padrões de tonalidade, entonação, volume, rotação etc.; (9) realinhamento pensênico através da conscientização multidimensional e, para fechar uma lista redonda, (10) o bem estar que essa comunicação produz no reconhecimento de antigas amizades, a constatação do seu compromisso com essas equipes de trabalho, a ciência de como um atendimento extrafísico é feito através das suas energias e os benefícios que esse tratamento produz nas próprias consciexes.  



Todo experimento deve ser feito com MBE (Mobilização Básica das Energias) para que haja uma intencionalidade hígida envolvida, isto é, benéfica para o experimentador, através da autopesquisa, e terapêutica para as consciexes, com a exteriorização das energias. Além disso, a MBE otimiza a produção de ectoplasma (quanto maior for a exteriorização de energias ectoplásmicas, melhor será a qualidade dos áudios). Também ressalto que a prática da MBE cria campos paraterapêuticos, com presença de equipexes que sabem conduzir o atendimento. Os experimentos não devem ser feitos todos os dias na mesma hora para não ocorrer a instalação de uma TENEPES (Terapia Energética Pessoal Diária), nem todos os dias em horários diferentes, para não estabelecer uma pré-TENEPES. Caso não seja a intenção do experimentador começar a pré-TENEPES, faça os experimentos em dias alternados, ou algumas vezes por semana, em dias diferentes, a fim de não criar rotinas com a criação de campos conduzidos por consciexes em geral. Ao iniciar o experimento, a responsabilidade da evocação será sua. Por isso, é importante fazê-lo cons fins assistenciais, montando campos para equipes extrafísicas, obedecendo padrões de posturas de acomodação no local do experimento, com organização pensênica (pensamentos, sentimentos e energias adequadas, pacíficas e acolhedoras), boa temperatura (se ligar o ar, desligue-o durante o experimento ou você não vai ouvir nada pelo barulho da máquina), isolamento de sons externos (procure as horas do dia mais silenciosas, feche portas e janelas, desligue a televisão, o som, o rádio, esconda os animais e os relógios de mesa e parede por causa dos tic-tacs, observe se há vizinhos falando alto, cantando, barulho de carros na rua, etc. para não haver contaminação no som - com a ampliação do som, todos os sons físicos ficam como se estivessem acontecendo dentro do seu quarto!); observe também os padrões dos áudios antes da montagem de campo (frequência ostensiva de consciexes que chegam para o tratamento - confusão, balbúrdia), durante a montagem de campo (momento da chegada de equipexes e organização das consciexes para o tratamento - acalmia); durante o campo (equipexes e atendidos dialogam - organização); no encerramento do campo (membros de equipexes conversdam entre si - observações sobre pacientes e você). Nota final: durante o experimento, não se ouve nada - silêncio total. Todos os áudios só são audíveis quando gravados e ampliados. A pesquisa está no início, segue em andamento e muito ainda precisa ser observado. Tenha as suas próprias experiências.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Holocognição é o conjunto de conhecimento da consciência, adquirido ao longo de sua história existencial, armazenado na holomemória e de natureza atemporal. A partir do paradigma consciencial, o estudo da holocognição tem a finalidade de apronfundar o conhecimento da dinâmica das nossas interações energéticas e suas resultantes dimensões cognitivas.

Promover o auto-conhecimento é descortinar um universo dentro de nós mesmos, numa teia multidimensional que envolve fatos e parafatos e transcende o tempo físico. A grande aventura humana é a busca pelo conhecimento. Mas qual é o benefício de tal empreitada pessoal ? Por que valeria meus parcos e suados miolos entender algo tão complexo e universal, que vai além da dimensão física e caminha em terrenos totalmente desconhecidos e estranhos ? A resposta é simples. Porque tudo isso faz parte de você. Tudo isso é você.

Com as mudanças ininterruptas provocadas pela vivência e o conhecimento trazido através de milhões de bits de informação que apreendemos de alguma forma, ou seja, consciente ou inconscientemente, por segundo, nesse exato momento, somos a versão mais atualizada de nós mesmos. O auto-conhecimento é um medicamento eficaz contra as auto-corrupções. Isto é, contra as meras crenças que temos sobre nós mesmos, a forma equivocada que vemos os nossos universos interiores. Para entender a dinâmica por meio da qual nossas atitudes se revelam busquei alguns mecanismos motivacionais pro-evolutivos e os listei conforme segue: (1) adquirir maior lucidez para reconhecer os mecanismos de defesa do ego; (2) explicitação da necessidade de buscar conhecimento e desenvolvimento energético e parapsíquico; (3) entender a dinâmica dos pensamentos, sentimentos e enegias e como eles influenciam e são influenciados na vivência do cotidiano; (4) sentir-me estimulado à fazer auto-pesquisa e ser evolutivamente proativo; (5) otimizar o estudo mais profundo da consciência humana, colocando a prática como método de aprendizado; (6) promover desafios constantes na auto-pesquisa; (7) acelerar o processo das reciclagens existenciais; (8) compreender o amálgama de características pessoais remanescentes de vidas pretéritas, ainda atuantes na atual fase física.

Com base na noção de que o conhecimento adquirido nas vivências cotidianas, desde as nossas mais remotas origens, aloja-se em dimensões próprias, criadas nas interações energéticas, a holocognição é também um conjunto de processos evolutivos concomitantes, fonte central da nossa informação pessoal e identidade conciencial intransferível, onde os traços ainda em evolução são reconhecidos por meio da lucidez tanto na vigília física ordinária quanto nas projeções da consciências.








terça-feira, 7 de abril de 2009

Na Interseção Pluriexistencial

Pensar multidimensionalmente é entender que somos consciências pluriexistenciais e que somos hoje a versão mais atualizada de nós mesmos.

O conjunto de conhecimento da consciência, alojado na holomemória e de natureza atemporal, encerra características pessoais milenares, ainda remanescentes de épocas as mais remotas da nossa existência. Algumas dessas características ainda são adotadas de forma lúcida e racional na atual vida intrafísica. Outras simplesmente não sabemos como evitar. E há aqueles traços que sabemos que não nos servem mais, porém não nos vemos livres deles por ganos secundários, hábitos seculares, pactos mórbitos e autocorrupções claras. Tais hábitos podem ser percebidos claramente por estarem deslocados da realidade em que vivemos: paixões inesperadas por pessoais improváveis, sentimentos de ódio intenso quando somos essencialmente pacifistas, desejo de morte sem propósito claro, impulsos suicidas, crises depressivas sem motivo aparente e assim por diante. Tais vivências poderiam ser chamadas de "experiências fora de hora," e nãos e adequam ao nosso atual momento intrafísico.

Quando começamos a viver situações bizarras, a ter pensamentos que não condizem com nosso modo de pensar, sensações e emoções que normalmente não nos acometem, é importante redobrar a lucidez, pois podemos estar acionando esquemas do passado existencial que, por alguma razão, ainda estão encontrando alguma validade multidimensional cuja reconciliação foi deixada para trás. Sem resolvermos nossas pendências multidimensionais, não vamos superar os traços fardos relativos a tais dívidas cármicas, nem tampouco termos energia suficiente para enfrentar um processo sério de reconciliação.

Somos hoje um amálgama de muitos que um dia nós fomos no passado e estamos presentes num número infinito de realidades. Cada uma dessas realidades estão alocadas numa dimensão específica, com espaço e tempo próprios e pensamentos, sentimentos e energias - pensenes - particulares. No nosso universo pluriexistencial, existimos em todas as nossas dimensões simultaneamente. A comunicação interdimensional funciona em fluxos de informação múltiplos e contínuos. Conhecermos nossas dimensões pluriexistenciais dinamiza nossa evolução pessoal e nos faz entender quem de fato somos. Isso é possível através da auto-pesquisa.

Mas não fazemos auto-pesquisa sem auto-enfrentamento. E por que é importante nos conhecermos profundamente ? Através do auto-conhecimento teremos maior lucidez para as descobertas das nossas auto-corrupções e mecanismos de defesa do ego, maior pro-atividade evolutiva, otimizaremos a reciclagem dos nossos hábitos patológicos, veremos claramente a necessidade de buscar desenvolvimento energético e parapsíquico, aguçaremos a percepção e a parapercepção na vivência cotidiana, com maior poder de evitação sobre o que definitivamente não nos serve mais e nos capacitaremos melhor para enfrentar os novos desafios evolutivos.






quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Juntando as Peças da Evolução

Nem sempre o que vemos é realidade. Muitas vezes criamos uma interpretação bastante peculiar dos fatos e dos outros.Como a imagem ao lado. Tudo fica estático quando olhamos atentamente. E tudo tem vida quando desviamos o olhar. Na vida, nem tudo nem todos funcionam como nós os enxergamos.

Para evoluir é preciso reunir as peças pluriexistenciais do nosso quebra-cabeça pessoal e formar a real imagem de nós mesmos. A interpretação que temos do mundo à nossa volta reflete o nosso momento evolutivo, como uma polaroid consciencial. Com auto-enfrentamento sincero, podemos ver a nossa real-idade e distingüir os traços faltantes da nossa personalidade para que as metas evolutivas sejam alcançados. Mas a essência da nossa visão do mundo reúne uma gama de informação incalculável, armazenada na nossa holomemória. Somos seres multidimensionais, por nossa capacidade de transitar nas dimensões físicas e extrafísicas, multiexistenciais, pelo escopo de aprendizado que reunimos de várias vidas, multifacetados, pelo amálgama de características e traços dessa vida intrafísica e também remanescentes de outras, mas ainda vigentes na nossa atual psicosfera, e ainda com uma capacidade inegostável de armazenar informação.

Por que é tão difícil entender o outro com uma compreensão menos comprometida com nossa maneira particular de ver o mundo ? Esquecer nosso próprio incômodo para sentir o que incomoda no outro é uma tarefa que exige entender a prioridade da assistência e deixarmos de lado o nosso super ego. Mas fugimos dessa forma de assistir pela limitação (ou dificuldade) de não enxergarmos além de nós mesmos. Pela árdua tarefa de não respeitar os limites do outro, de não querer conhecê-lo, temos a tendência de estender os nossos até à condição de fazer estupro evolutivo. Por maior que seja a ligação com alguém que, de antemão, já sabemos haver incompatibilidade evolutiva, as diferenças podem chegar a níveis tão descabidos de maturidade que essa relação tende a terminar por si só, lentamente, sem muito esforço. O que esperamos do outro passa então a ser a única realidade que conseguimos identificar na relação. A falta de lucidez para definir os limites da relação faz com que o entendimento do outro seja irreal e ele assuma aquele ideal de pessoa que criamos na imaginação. Muitas vezes não entendemos porque a resposta que recebemos é tão diferente daquela que nós esperamos. Fico indignado quando não tenho a resposta que espero do outro - como ele pode agir assim ? Como ela pôde fazer isso comigo ? Isso faz pensar que o conflito é crônico, proposital, rivalizador e jogamos a toalha justamente no momento de assistir, apoiar, ajudar, em detrimento do que poderia ser a nossa chance de fazer uma baita reconciliação.

A condição pluriexistencial das nossas relações tem por um lado aspectos extremamente seguros, como fidelidade, intimidade, afetividade profunda. Mas, por outro, algumas contra-indicações são realmente letais para os mais emocionalmente dependentes e acarretam uma espécia de afetividade negativa que tende mais a criar ou intensificar interprisões grupocármicas do que promover reconciliações. Jogamos assim nossas chances pelo ralo ao experimentar uma existência que tinha na reconciliação uma ferramenta essencial para a nossa evolução madura. Diante da frustração de encontrar um gap evolutivo, justamente com aquele indivíduo com quem tantas vidas já vivemos, não nos resta muito a fazer além de entender essa condição e seguir em frente. Insistir é perda de tempo, erro, estupro, manipulação e por aí vai. Entender e respeitar as diferenças socialmente otimiza o fluxo natural da evolução individual.

Ao assumir a postura do mais maduro e conciente, assim como ao entender a condição real de uma relação afetiva negativa, estaremos de alguma forma reconciliando com o outro. Certamente, vivendo com desprendimento, altruísmo e assistencialidade, sem cobranças, criamos um novo posicionamento mental íntimo reconciliatório, o qual nos será muito útil tanto para nossas próprias transformações pessoais quanto para as transformações que iremos promover por meio e exemplo de nossas atitudes.















segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Relações Crônicas 1

O que fazer quando a pessoa pela qual nos apaixonamos não cabe (mais) na nossa realidade ?

É simplista pensar que os nossos relacionamentos amorosos surgem a partir da admiração, amizade, intimidade, afetividade e sinergia que criamos pelo outro, sem considerar a variável multidimensional, onde as nossas interrelações pluriexistenciais conservam parte da nossa história existencial. "Não me digam que fui um bombeiro na minha vida passada que não vou acreditar," disse certa vez o prof. Waldo Vieira. "Se não tenho afinidade com o trabalho dos bombeiros hoje, não posso ter sido um deles na minha vida passada." As nossas afinidades não são características pessoais descartáveis. Elas se conservam num processo de reciclagem que pode durar séculos! De modo que, muito do que vemos de aberrante e bizarro, nada mais é do que as nossas realidades pluriexistenciais aflorando na dimensão em que vivemos, muitas vezes sem espaço para isso, apenas com a força dos nossos desejos mais recônditos, ainda remanescentes de vidas pretéritas.

É o que se pode dizer do que sentiu Christine A. McCallum, uma professora de 29 anos de uma escola da cidade de South Shore, Massachussets, nos Estados Unidos, por um aluno de apenas 13 anos. Durante dois anos, a professora começou a viver um caso de amor com o garoto. As sessões de sexo regadas a várias doses de bebida alcoólica, como vodka e rum, aconteciam na casa de Christine, apesar de ser uma mulher casada. Segundo a polícia, Christine não só tirou a virgindade do menino, como fez sexo com ele por mais de 300 vezes, no período de dois anos.

Muitas vezes ela fez sexo com o menor até mesmo quando o marido estava em casa. Seja na sala, na cozinha ou na copa, Christine dava um jeito de não ser vista. A primeira vez foi em fevereiro de 2006, quando o esposo estava roncando no andar de cima. Um pouco antes disso, a professora havia se tornado tutora do menino, filho de pai solteiro. Christine lhe servia jantar e lhe levava para escola de carro. O garoto passava várias horas na casa da "tia" e Christine tentou explicar às autoridades que ela tinha intenção de funcionar como uma espécie de "mãe" para o menino. Bem, então ela teria concordado com um caso de incesto ?

O caso chegou à polícia quando o pai do garoto descobriu tudo e denunciou a professora. Mas o romance só terminou ao final de dois anos, por força de crises de ciúme por parte de Christine, que ficava louca ao saber que, no celular que ela havia dado ao garoto, havia torpedos que ele mandava para menininhas da sua idade. Nada mais natural. E é justamente aqui que a realidade dele não cabia mais na realidade dela. Não mais nessa vida. Isso é de qualquer forma duro de aceitar, quando os sentimentos ainda parecem aflorar como há (quiçás) centenas de anos atrás!

No seu MySpace, Christine descreveu a dor dessa separação e a sua luta contra a tentação: "é duro estar com você e ter limites," e "é duro beijá-lo e dizer não."