Bem vindo ao Via Consciência, um blog dedicado à comunicação conscienciológica, onde o ser humano em evolução é o principal tema de pesquisa.

Todos os textos neste blog são de autoria de Mário Luna Filho, salvo aqueles em que a fonte for mencionada. Críticas e comentários são bem vindos.

"Não acredite em nada que ler ou ouvir neste blog. Reflita. Tenha suas próprias opiniões e experiências."

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Juntando as Peças da Evolução

Nem sempre o que vemos é realidade. Muitas vezes criamos uma interpretação bastante peculiar dos fatos e dos outros.Como a imagem ao lado. Tudo fica estático quando olhamos atentamente. E tudo tem vida quando desviamos o olhar. Na vida, nem tudo nem todos funcionam como nós os enxergamos.

Para evoluir é preciso reunir as peças pluriexistenciais do nosso quebra-cabeça pessoal e formar a real imagem de nós mesmos. A interpretação que temos do mundo à nossa volta reflete o nosso momento evolutivo, como uma polaroid consciencial. Com auto-enfrentamento sincero, podemos ver a nossa real-idade e distingüir os traços faltantes da nossa personalidade para que as metas evolutivas sejam alcançados. Mas a essência da nossa visão do mundo reúne uma gama de informação incalculável, armazenada na nossa holomemória. Somos seres multidimensionais, por nossa capacidade de transitar nas dimensões físicas e extrafísicas, multiexistenciais, pelo escopo de aprendizado que reunimos de várias vidas, multifacetados, pelo amálgama de características e traços dessa vida intrafísica e também remanescentes de outras, mas ainda vigentes na nossa atual psicosfera, e ainda com uma capacidade inegostável de armazenar informação.

Por que é tão difícil entender o outro com uma compreensão menos comprometida com nossa maneira particular de ver o mundo ? Esquecer nosso próprio incômodo para sentir o que incomoda no outro é uma tarefa que exige entender a prioridade da assistência e deixarmos de lado o nosso super ego. Mas fugimos dessa forma de assistir pela limitação (ou dificuldade) de não enxergarmos além de nós mesmos. Pela árdua tarefa de não respeitar os limites do outro, de não querer conhecê-lo, temos a tendência de estender os nossos até à condição de fazer estupro evolutivo. Por maior que seja a ligação com alguém que, de antemão, já sabemos haver incompatibilidade evolutiva, as diferenças podem chegar a níveis tão descabidos de maturidade que essa relação tende a terminar por si só, lentamente, sem muito esforço. O que esperamos do outro passa então a ser a única realidade que conseguimos identificar na relação. A falta de lucidez para definir os limites da relação faz com que o entendimento do outro seja irreal e ele assuma aquele ideal de pessoa que criamos na imaginação. Muitas vezes não entendemos porque a resposta que recebemos é tão diferente daquela que nós esperamos. Fico indignado quando não tenho a resposta que espero do outro - como ele pode agir assim ? Como ela pôde fazer isso comigo ? Isso faz pensar que o conflito é crônico, proposital, rivalizador e jogamos a toalha justamente no momento de assistir, apoiar, ajudar, em detrimento do que poderia ser a nossa chance de fazer uma baita reconciliação.

A condição pluriexistencial das nossas relações tem por um lado aspectos extremamente seguros, como fidelidade, intimidade, afetividade profunda. Mas, por outro, algumas contra-indicações são realmente letais para os mais emocionalmente dependentes e acarretam uma espécia de afetividade negativa que tende mais a criar ou intensificar interprisões grupocármicas do que promover reconciliações. Jogamos assim nossas chances pelo ralo ao experimentar uma existência que tinha na reconciliação uma ferramenta essencial para a nossa evolução madura. Diante da frustração de encontrar um gap evolutivo, justamente com aquele indivíduo com quem tantas vidas já vivemos, não nos resta muito a fazer além de entender essa condição e seguir em frente. Insistir é perda de tempo, erro, estupro, manipulação e por aí vai. Entender e respeitar as diferenças socialmente otimiza o fluxo natural da evolução individual.

Ao assumir a postura do mais maduro e conciente, assim como ao entender a condição real de uma relação afetiva negativa, estaremos de alguma forma reconciliando com o outro. Certamente, vivendo com desprendimento, altruísmo e assistencialidade, sem cobranças, criamos um novo posicionamento mental íntimo reconciliatório, o qual nos será muito útil tanto para nossas próprias transformações pessoais quanto para as transformações que iremos promover por meio e exemplo de nossas atitudes.















quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Qual é o seu IDP ou Índice de Distância do Poder ?

O psicólogo holândes Geert Hofstede trabalhou no departamento de recursos humanos da matriz da IBM na Europa, nas décadas de 1960 e 1970. Na época, ele desenvolveu uma ampla pesquisa entre os funcionários da empresa para saber como as pessoas solucionavam problemas, como se relacionavam em grupo e de que maneira lidavam com a autoridade. Viajou o mundo apresentando seu longo questionário e montando um enorme banco de dados. O resultado dessa pesquisa foi tão rico que a informação obtida revelou como as culturas diferem entre si e deixou o legado das "dimensões de Hofstede," valiosos paradigmas usados até hoje pela psicologia intercultural.

Entre as muitas dimensões de estudo desenvolvidas por Hofstede, entre elas o "Controle de Incerteza," focada na análise da aceitação da ambigüidade e na dependência de regras e planos, e a "Escala Individualismo-coletivismo," destaca-se aqui o IDP (Índice de Distânia do Poder), que analisa as atitudes em relação à hierarquia, mais especificamente ao nível em que uma sociedade respeita uma autoridade. Hofstede preparou uma lista de perguntas para saber se os entrevistados tinham medo de dizer que discordavam dos seus supervisores, em que medida os membros menos poderosos das organizações e instituições aceitavam e esperavam que o poder fosse distribuído de forma desigual, qual era o nível de respeito e temor pelos mais velhos e se os detentores do poder tinham direitos e privilégios iguais. Sobre os resultados, Hofstede diz que "em países com baixo IDP, o poder é algo de que seus detentores quase se envergonham e que tentam minimizar."

O efeito das descobertas de Hofstede nos setores do meio corporativo, em que o trabalho depende da responsabilidade e do conhecimento técnico de uma só pessoa, foi tremendo e promoveu mudanças significativas no modus operandi local, a fim de evitar desastres e perdas memoráveis. O trabalho em equipe foi valorizado e o information share foi colocado em prática de forma ostensiva, mas todas as mudanças efetivas não dependiam apenas de um paradigma, mas de uma transformação cultural, de modo que a democratização ganhou mais contornos ornamentais do que processos metamorfósicos sérios. Esse mesmo índice pode ser utilizado para analisar as nossas ações diárias e nossa relação com o poder. Em termos práticos, a dimensão em que o IDP de Hofstede se encontra coloca em debate os perigos do excesso de ações circulares nos processos burocráticos (dispersões, vícios e incertezas), a lentidão da funcionalidade (complexidades aniquiladoras), a falta de procedimentos eficazes na gestão de probelmas (desorganização pessoal) e também o retardamento de decisões nas soluções práticas do dia-a-dia (postergação).

Todos esses "sacrifícios" da gestão burocrática e centralizadora, nos meios de alto IDP, refletem infelizmente números mais dramáticos. Vamos analizar um grave problema causado pela centralização de poder na aviação - diga-se, causa de inúmeros desastres aéreos. No vôo 052 da empresa Avianca, o poder estava nas mãos do piloto, mas a conversa com a torre de comando do aeroporto Kennedy em Nova Iorque estava sob a responsabilidade do co-piloto do avião, que falava inglês. O resultado de uma precária comunicação revelou uma formalidade excessiva entre piloto, co-piloto e engenheiro de bordo, o difícil entendimento prático entre piloto e co-piloto e deste último com o controlador de vôo americano, mostrou uma centralização de decisões em um só homem e por fim um "certo" descompromisso do co-piloto, que nada poderia fazer além de passar as informações traduzidas para o homem das decisões ao seu lado. O 707 caiu na propriedade do pai do campeão de tênis, John McEnroe, em Oyster Bay, Long Island, e dos 158 passageiros a bordo, 73 morreram. O desastre aconteceu sem que houvesse um só problema com o avião. A causa do acidente foi revelada no dia seguinte: falta de combustível. Com o intenso trafego aéreo em Nova Iorque naquela noite chuvosa, o avião colombiano ficou sobrevoando a região por um tempo imprevisto e o combustível do avião simplesmente acabou. A Colômbia é um país com alto IDP.

Em outro caso, num vôo de Dubai à Nova Iorque da empresa Emirates, uma passageira teve um derrame a bordo e o piloto americano teve apenas alguns minutos para pensar numa solução a fim de salvar a vida da mulher. O avião sobrevoava Moscou muito antes da metade do caminho e toda a tripulação imediatamente se envolveu no caso. O piloto trabalhou em equipe. Como aquele era um vôo muito longo, havia uma tripulação reserva, que logo se pôs de pé e foi para a cabine, juntando-se à que estava em operação. Enquanto um montava o atendimento médico em terra, o outro estudava o plano do aeroporto de Helsinki, onde o avião iria pousar emergencialmente. Enquanto isso, havia quem estivesse cuidando da comunicação com a torre e quem estivesse com a atenção no avião no ar, pois o perigo residia no fato da aeronave estar com o tanque cheio, condição desastrosa para pouso. Jogar gasolina no mar ou por terra não era ecologicamente correto, de modo que tiveram que mobilizar autoridades do aeroporto em Helsinki para um pouso contra o vento, para diminuir o impacto contra o solo. Todos no 747 da Emirates se revesaram em vários assuntos, distribuíram responsabilidades, dispersaram o estresse e agilizaram o atendimento à passageira, atuando não só de forma eficiente, mas de maneira eficaz, de maneira que o avião pousou em Helsinki com segurança e a mulher foi por fim devidamente atendida. Os Estados Unidos é um país com baixo IDP. "Se as listas de países com altos IDPs de pilotos forem comparadas ao número de acidentes por país, encontraremos uma correspondência quase perfeita," diz Malcolm Gladwell, no seu livro Fora de Série, fonte do presente assunto.

A maneira como nós lidamos com o poder pode nos colocar ou não em posição de choque com os interesses da coletividade. O poder não produz liderança, e sim o contrário, com base na confiança. A autoridade não se impõe, se conquista. Em maior ou menor escala, estamos sempre envolvidos e atuando com o poder na vida diária, seja ele real ou almejado, com lucidez ou devaneio. Costumamos retroalimentar egos, fomentar disputas e bradar auto-afirmações sem fins lucrativos, apenas com base no desejo de poder. A má utilização das nossas potencialidades (nosso verdadeiro poder), por fim, acaba por se voltar contra nossos próprios objetivos e atravanca os caminhos onde as ferramentas para o completismo das nossas ações devem triunfar. Conforme dito acima, todos esses "sacrifícios" de uma gestão centralizadora, com alto IDP, refletem também números pessoais igualmente dramáticos: comunicação precária com o mundo à nossa volta, preconceitos, elitismos, arrogância, dispersões, vícios, incertezas, postergações, complexidades aniquiladoras, objetivos irreais, desorganização pessoal e por fim a frustração.

Qual é o nosso IDP, Índice de Distância do Poder, centralizador e autocrata ?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Relações Crônicas 1

O que fazer quando a pessoa pela qual nos apaixonamos não cabe (mais) na nossa realidade ?

É simplista pensar que os nossos relacionamentos amorosos surgem a partir da admiração, amizade, intimidade, afetividade e sinergia que criamos pelo outro, sem considerar a variável multidimensional, onde as nossas interrelações pluriexistenciais conservam parte da nossa história existencial. "Não me digam que fui um bombeiro na minha vida passada que não vou acreditar," disse certa vez o prof. Waldo Vieira. "Se não tenho afinidade com o trabalho dos bombeiros hoje, não posso ter sido um deles na minha vida passada." As nossas afinidades não são características pessoais descartáveis. Elas se conservam num processo de reciclagem que pode durar séculos! De modo que, muito do que vemos de aberrante e bizarro, nada mais é do que as nossas realidades pluriexistenciais aflorando na dimensão em que vivemos, muitas vezes sem espaço para isso, apenas com a força dos nossos desejos mais recônditos, ainda remanescentes de vidas pretéritas.

É o que se pode dizer do que sentiu Christine A. McCallum, uma professora de 29 anos de uma escola da cidade de South Shore, Massachussets, nos Estados Unidos, por um aluno de apenas 13 anos. Durante dois anos, a professora começou a viver um caso de amor com o garoto. As sessões de sexo regadas a várias doses de bebida alcoólica, como vodka e rum, aconteciam na casa de Christine, apesar de ser uma mulher casada. Segundo a polícia, Christine não só tirou a virgindade do menino, como fez sexo com ele por mais de 300 vezes, no período de dois anos.

Muitas vezes ela fez sexo com o menor até mesmo quando o marido estava em casa. Seja na sala, na cozinha ou na copa, Christine dava um jeito de não ser vista. A primeira vez foi em fevereiro de 2006, quando o esposo estava roncando no andar de cima. Um pouco antes disso, a professora havia se tornado tutora do menino, filho de pai solteiro. Christine lhe servia jantar e lhe levava para escola de carro. O garoto passava várias horas na casa da "tia" e Christine tentou explicar às autoridades que ela tinha intenção de funcionar como uma espécie de "mãe" para o menino. Bem, então ela teria concordado com um caso de incesto ?

O caso chegou à polícia quando o pai do garoto descobriu tudo e denunciou a professora. Mas o romance só terminou ao final de dois anos, por força de crises de ciúme por parte de Christine, que ficava louca ao saber que, no celular que ela havia dado ao garoto, havia torpedos que ele mandava para menininhas da sua idade. Nada mais natural. E é justamente aqui que a realidade dele não cabia mais na realidade dela. Não mais nessa vida. Isso é de qualquer forma duro de aceitar, quando os sentimentos ainda parecem aflorar como há (quiçás) centenas de anos atrás!

No seu MySpace, Christine descreveu a dor dessa separação e a sua luta contra a tentação: "é duro estar com você e ter limites," e "é duro beijá-lo e dizer não."

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Montaigne e a Sabedoria

Conhecimento e sabedoria são duas coisas distintas. Nem sempre aquele que tem o conhecimento é sábio, assim como nem sempre aquele que tem sabedoria possui também o conhecimento formal. O modelo de avaliação do conhecimento hoje revela mais uma busca pela informação do que pela sabedoria.

Para se obter aprovação em qualquer prova, teste ou avaliação formal hoje em dia não precisamos muitas vezes sequer estudar para isso, nem tampouco compreender a matéria. Com uma lógica razoável, compilamos informações para maquiar resultados e então obtermos os louros. Quantos no ensino formal se sentem seguros no que aprendeu e sabem profundamente a matéria ? E o pior, quantos utilizam o aprendizado na vida diária ? Em praticamente quase todos os modelos de ensino de hoje a informação chega engessada ao receptor, pronta para ser ingerida e armazenada sem muitas reflexões. Trocamos idéias como quem troca figurinhas, apenas focados na imagem do saber, mas sem muitas razões práticas. Estou longe de desprezar o ensino formal, posto que ele oferece o embasamento técnico do assunto, o mais atual numa determinada área. Mas estou longe de entender porque a formação humana está tão fortemente baseada apenas nesta forma de avaliação, incapacitada de revelar a natureza do ser humano por detrás do aprendizado. Saber o que é uma xícara é mais importante do que saber como usá-la.

O pensador, escritor e ensaísta francês, Michel Eyquem de Montaigne (1533-1592) dizia que o camponês era mais sábio do que o aluno da universidade, pois ele tinha um conhecimento prático da vida muito mais valioso do que o conhecimento formal dos bancos da universidade. Em termos práticos, sim, Montaigne tinha razão, porque um conhecimento sem a função prática é como uma simples figurinha num álbum. Todos vão ver que temos a imagem, mas não fazemos maiores uso daquele objeto. É aqui que a diferença entre conhecimento e sabedoria se mostra deveras interessante, posto que são campos completamente distintos.

Sem desmerecer o conhecimento formal, a sabedoria pela experiência é uma poderosa ferramenta de auto-expressão consciencial. Nos revelamos na prática enquanto na teoria podemos maquiar, ou mesmo manipular os resultados. Saber o que é uma xícara é bem mais fácil do que explicar de que maneira podemos usá-la. Enquanto por um lado utilizo minha intelegência informacional, baseada em conceitos decorados, por outro vou revelar quem sou ao descorrer sobre as diversas possibilidades de explorar um objeto. Os mais lógicos e concretos não dirão muito mais sobre as formas de utilização de um objeto além das possibilidades habituais. Já os mais criativos darão aulas de funcionalidade. Um simples exercício das possibilidades de uso de uma xícara pode revelar informações valiosas sobre a natureza interior, o nível evolutivo, a paraprocedência, o grupocarma e a identidade da consciência, indivíduo, descortinando seu universo multidimensional e a maneira como ele se relaciona com o universo à sua volta. Perguntas como, "o que você acha de viver 50 anos com uma mesma pessoa ?" pode mostrar muito mais de um indivíduo do que simplesmente saber se ele sabe o que é uma relação matrimonial.

Portanto, o maior teste de conhecimento é aquele que pode avaliar o nível de sabedoria prática do indivíduo. Não apenas aquele que informa o seu nível de tecnicidade. A funcionalidade do nosso conhecimento contém tudo que aprendemos até aqui e resulta em sabedoria. Assim valorizaremos quem de fato importa: o ser humano.


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Procura-se uma Paixão Extrafísica

Projetado na dimensão extrafísica, inglês encontra mulher por quem se apaixona e pede ajuda para encontrá-la na vida intrafísica

O inglês Adam Pacitti escreveu para o jornal Metro pedindo ajuda para encontrar uma mulher que havia aparecido em seu "sonho" e tomou sem piedade conta do seu coração. Segundo ele, a mulher surgiu depois de Adam ter enfrentado terríveis zumbís - leia-se, assediadores de plantão na psicosfera da moça, que, é bom acrescentar, não devia andar em boas companhias. Os dois se encontraram no ambiente extrafísico do quarto de Adam. "Fiquei paralisado," contou ele. "A garota mais bonita que eu já vi. Ela era deslumbrante, genuinamente perfeita. E sorriu e me disse, 'oi, estou contente por estar aqui,' e me beijou."

Para ajudar a encontrar a mulher do seu sonho, Adam fez um desenho uma folha pautada de caderno. Contudo, se o inglês tivesse talento para desenhar, seu objetivo seria mais fácil de ser alcançado. Ou pelo menos apareceriam candidatas mais bonitas.

Adam criou um site para auxiliá-lo a encontrar a mulher do além por quem ele está terrivelmente apaixonado no aquém. Uma dimensão apenas os separa, até a próxima projeção.

Se alguém tiver alguma pista sobre a dupla de Adam na dimensão intrafísica, claro, por favor, visite o seu site e o informe.

http://www.thegirlofmydreams.co.uk/

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Vende-se a Alma e Procura-se Lucidez

Se estiver interessado em comprar uma alma para investimento a longo prazo, fale com o inglês Dante Knoxx. Ele colocou à venda a sua alma pela bagatela de 700 mil libras, mas garante retorno de pelo menos mil dólares ao ano até o fim da sua vida.

Dante Knoxx é um músico de 24 anos e queria formar uma banda. Sem dinheiro para a empreitada artística, colocou ele mesmo a sua alma para leilão no site e-bay. Mas ele tratou cosmoeticamente de esclarecer os possíveis compradores: o artigo à venda é usado. O lance inicial era de 25 mil libras, o que representa algo em torno de 90 mil reais. Bem, era de 90 mil reais, pois o site resolveu cancelar o leilão alegando que "não pode vender nada que não seja físico," e isso inclui, claro, fantasma, alma, espírito etc.

Bem, frustrado com o cancelamento do leilão no e-bay, Knoxx partiu para uma carreira de negócios solo para sua alma e voltou a anunciá-la, agora por 700 mil libras, pois ele segue com o firme propósito de formar a sua banda.

O mínimo de lucros garantido com o negócio é de mil dólares ao ano, além de 10% sobre os ganhos da banda. E então. Está interessado no investimento ?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A TENEPES - Tarefa Energética Pessoal - é antes de tudo um compromisso assistencial multidimensional diário e para toda a vida.

A técnica da Tarefa Energética Pessoal diária - TENEPES - foi desenvolvida pelo Prof. Waldo Vieira e constitui uma poderosa ferramenta assistencial multidimensional, onde o doador de energia permanece em passividade alerta, por um período de 50 minutos em média, doando suas energias conscienciais: uma rotina diária, intransferível e para toda a vida. Este método energético avançado representa um link que mantemos com nossos grupos carmáticos intra e extrafísicos, pluriexistencias, e também um vínculo com nossa procedência evolutiva. No entanto, embora a TENEPES permita ao doador desempenhar uma assistência altamente evoluída, com a colaboração dos amparadores extrafísicos, e fazer parte de um seleto time de consciências que efetivamente evoluem a passos mais largos, por meio da assistência, o caráter definitivo, ininterrupto e incurruptível da rotina assusta e faz muitos ponderarem antes de assumir tal compromisso.

Para se começar a TENEPES é importante considerar que um vínculo energético será criado e a partir do qual o compromisso assistencial será firmado não apenas com as consciências intra e extrafísicas a serem assistidas, mas igualmente com a equipe de amparadores, que trabalharão diariamente no processo. Como todo e qualquer vínculo, este desenvolverá uma rotina, um hábito, um procedimento padrão, do qual muitos dependerão e com o qual muito contarão. A interrupção desta rotina seria o mesmo que "furar um compromisso" com uma fila inteira de enfermos num hospital, que estão ali esperando assistência médica - aqui, esperando por assistência energética. Seria o mesmo que um "volte-amanhã" multidimensional. E não seria muito difícil imaginarmos como nos sentimos quando isso acontece quando estamos esperando por serviços em filas de aeroportos, médicos, restaurantes etc. e os mesmos são cancelados sem maiores explicações. Enfim, furar qualquer compromisso não é bom em qualquer dimensão onde o fato ocorra. E na TENEPES isso não é diferente.

Entre os beneficios da prática da TENEPES podemos destacar a dinamização da própria evolução consciencial, o uso das bioenergias de maneira abrangente e de forma sadia, a realização da assistência anônima, a reconciliação grupocármica, benefícios de uma parceria de trabalho assistencial com equipe de amparo e o aprendizado com a vivência extrafíca, a comunicação multidimensional com amparadores, a realização da proéxis grupocármica e, também, policármica, o completismo com relação à programação existencial ente outras.

Adotar a TENEPES como prática diária não apenas envolve uma decisão séria a ser tomada e uma questão de vontade para começar, mas, sobretudo, uma mudança de comportamento, uma reversão pensênica de valores para vida, uma reciclagem de hábitos diários e posicionamento sério com relação à assistência por meio das energias conscienciais.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O Modelo Científico da Conscienciologia


O paradigma consciencial é o modelo de pensamento científico utilizado na Conscienciologia, que orienta as regras das atividades e as normas de pesquisa.


Paradigma quer dizer modo de pensamento, matriz disciplinar, uma teoria padrão através da qual um estudo ou uma pesquisa é realizado. O paradigma consciencial refere-se ao modo de estudar e pesquisar a consciência humana de maneira integral, considerando não apenas o contexto físico em que ela está inserida e onde nossas ações comuns acontecem, mas, sobretudo, o contexto multidimensional e pluriexistencial do qual fazemos parte e nos quais nossas ações se racionalizam.

Enquanto a ciência convencional determina seu modus operandi de pensamento no paradigma newtoniano-cartesiano-mecanicista, onde o estudo da matéria está no centro do interesse científico, o paradigma consciencial abrange um campo de estudo da consciência humana numa margem muito mais ampla de contextos intra e extrafísicos, e propõe a verdade relativa de ponta num modelo de pesquisa dinâmica, autocorretiva e não definitiva.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Higiene Energética

O Estado Vibracional (EV) é um recurso natural de autodefesa e bem estar energético, que podemos usar sem contra indicações, quantas vezes quisermos e a qualquer hora do dia ou da noite.

Acelerar as energias conscienciais, escapando das vibrações lentas
do corpo humano, promove assepsia e otimiza tanto a autodefesa energética quanto a projeção da consciência. Como o dito popular, "água que corre não cria lodo," as energas também precisam de movimento para purificar-se e fortalecer-se. Ao instalar o Estado Vibracional (EV), experimentamos uma gostosa sensação de alívio e bem estar, com o desaparecimento do desconforto das energias carregadas e negativas que carregamos muitas vezes do convívio com pessoas com baixo padrão energético, com consciências extrafísicas doentias, ou da presença em lugares energeticamente desprivilegiados. Entre as sensações mais comus provocadas pelo EV, destacam-se as vibrações físicas em todo o corpo, sensações de vento frio, uma queda razoável da temperatura corpórea e uma condição de exaltação emocional e grande relaxamento. Todas essas sensações podem ou não serem percebidas por aquele que instala o EV. Mesmo que tais sensações passem desapercebidas não significa que o EV não esteja sendo alcançado. A continuidade da prática fará com que as percepções e as parapercepções se qualifiquem.

Durante a mobilização das energias para a instalação do EV não raro podemos sentir um grande formigamento pelo corpo, uma sensação de que um motor está internamente ligado, alfinetadas e agulhadas generalizadas agradáveis, fluxos de correntes magnéticas, choques elétricos contínuos, correntes suaves de eletricidade fluindo por todo o corpo, sensação de possuírmos um dínamo interno.

O EV pode ser instalado em qualquer lugar e quando quer que julguemos necessário. Assim como utilizamos outras formas de assepsia corporal, a mobilização das energias conscienciais é uma prática essencial para a nossa autodefesa e bem estar energético. No mundo conturbado em que vivemos e com a falta de tempo de um rotina robótica, a técnica de mobiliação de energia, para a instalação do EV, é como fast food para o psicossoma, ou corpo emocional. Self service eficiente e disponível tanto nas situações mais emergenciais, como acalmar-se após discussões, superar o trânsito, preparar-se para uma situação emocionalmente difícil, como para contextos que valem uma vida, como tomar decisões acertadas e racionais. O EV, no entanto, não é panacéia para todos os males. Sem a manutenção da rotina da mobilização das energias conscienciais, pelo menos 20 vezes ao dia, tendemos a cair diante de obstáculos, dificuldades e armadilhas do dia-a-dia, esquecendo que dispomos de uma ferramenta tão indispensável e eficaz para a manutenção do equilíbrio emocional.

Utilizo a técnica de Instalação do EV sempre que sinto desconfortos provocados por energias negativas, como angústia, ansiedade, tristeza, depressão etc, e quando reconheço que tais padrões são antagônicos ao contexto que estou vivendo, quando sensações, pensamentos e emoções não condizem com o meu modo de pensar num dado momento, e não correspondem aos meus valores pessoais. Ou seja, quando um estado emocional parece pertencer a uma outra pessoa. Faço também uso da técnica para relaxar, pensar melhor e mais racionalmente, antes de testes, provas, conversas difíceis, decisões importantes e nos momentos em precisamos assistir alguém com a transmissão de energias, pois a preparação das bioenergias num padrão estritamente positivo fará com que as nossas conexões energéticas possibilitem insights lógicos e racionais e a atuação assistencial acontecça com maior lucidez e limpeza.

Fonte: Projeciologia; Waldo Vieira; IIPC; Rio de Janeiro; 2002
Ou visite o site www.iipc.org

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Projeção e Saúde Consciencial


A projeção consciente ou a experiência de se ver fora do corpo é sinal de saúde consciencial

A projeção da consciência para fora do corpo físico de forma lúcida ou semi-lúcida é descrita por pessoas de várias religiões, culturas e raças e pode acontecer com qualquer um predisposto por alguma razão a ter a experiência. É necessário entretanto lembrar que a projeção da consciência é uma condição parafisiológioca comum a todos os seres vivos, sem exceção, enquanto dormimos. Contudo, para a grande maioria das pessoas, a lembrança das vivências que tivemos enquanto projetados não são recuperadas no retorno ao corpo físico. Quem nunca teve a sensação de sentir-se caindo num vácuo e acordar com um susto ? ou sentir-se imobilizado em si mesmo, como se alguém estivesse pressionando seu corpo contra a cama impendindo-o de mover-se livremente ? Estas são apenas algumas das evidências de que, quando esses fenômenos ocorrem, é porque nós estamos com alguma lucidez fora do corpo físico. Geralmente a resposta é assustar-se na queda ou, no caso da catalepsia projetiva, entrar em pânico. Em ambos os casos, relaxe: você estava projetado e isso é muito normal.

A maioria das projeções envolve o veículo chamado psicossoma (corpo emocional), o qual ao deixar o soma (corpo físico) carrega consigo parte do corpo energético (energossoma), formando o cordão de prata, que é a ligação energética entre o soma e o psicossoma. Uma das vivências interessantes que podemos ter ao nos projetarmos é encontrar pessoas conhecidas durante a projeção - que passaram ou não pela morte biológica. Caso tenha uma experiência semelhante, faça a comprovação dos fatos vividos durante a projeçãobuscando informação sobre os ambientes onde esteve ou sobre as pessoas com quem esteve.

Com comprovações posteriores ou não, aquele que já passou pela experiência de se ver fora do corpo físico, seja observando-se dormindo ou em outros ambientes, de maneira lúcida ou semi-lúcida, não tem dúvidas de que a projeção da consciência existe e é comum tê-la. Dominar esta técnica é um passo essencial para a evolução da consciência de forma integral, uma prova de saúde extrafísica, pois envolve capacitação evolutiva de alto nível, assim como uma otimização para a autopesquisa. A projeção da consciência com lucidez promove o entendimento das nossas vivências multidimensionais e o contexto pluriexistencial em que estamos inseridos, esclarecendo muitas das nossas dúvidas sobre vida e morte, procedência, caminho e destino, questões que, de outro modo, tanto atormentam as elocubrações humanas e nos embaralham a certeza num mar de complexidades místicas e confusas.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Comunicação Interconsciencial


A Comunicologia, subcampo da Experimentologia,
é a especialidade da Conscienciologia dedicada ao estudo da comunicação interconsciencial de forma integral, multidimensional e holossomática.


A comunicação através das idéias relativas de ponta reflete uma realidade paralela geradora de gestações conscienciais multidimensionais, reflexo das nossas interrelações na teia pluriexistencial. A comunicação interconsciencial vai muito mais além do que podemos imaginar. Trancende o ambiente em que o nosso conmhecimento parece existir tão somente para mostrar que a origem do pensamento está além do visível, do palpável, da realidade em que estamos inseridos. A linguagem pluriexistencial nos abre em leque. Falamos por muitos que um dia nós fomos e que ainda podemos ser de alguma forma.

Estamos tão condicionados a viver a mesma rotina que não temos qualquer controle sobre a vida que vivemos. Somos levados pelo uso ordinário das idéias, por uma necessidade de repetição, condicionados a acreditar que o mundo físico em que vivemos é mais real que o mundo interior que cultivamos por século de existência intrafísica, porque neste mundo interior subexiste fatos que não compreendemos. A limitação do entendimento humano vai além quando não percebemos que o mundo exterior é resultado do nosso mundo interior, na maneira como vemos e entendemos a realidade que vivemos. Vemos, compreendemos e interagimos no mundo à nossa volta de acordo com a maneira pela qual o nosso mundo interior se comporta.

A compreensão que temos de nós mesmos reflete apenas o conhecimento da ponta do nosso iceberg e no tipo de comunicação que estabelecemos com nós mesmos. O autoenfrentamento, por meio da autopesquisa, é o estudo mais sério no qual podemos investir o nosso tempo. A comunicação com o mundo começa no nosso interior. O homem está no centro do seu próprio mistério. Por que mantemos a mesma rotina todos os dias ? Por que vivemos as mesmas coisas roboticamente ? Por que nos deixamos condicionar pelas mínimas coisas diariamente ? Por que sentimos tanta dificuldade de expandir a nossa comunicação com o mundo à nossa volta ? Por que é tão difícil pensar multidimensionalmente e compreendermos a consciência como uma unidade integral de conhecimento pluriexistencial ?

A comunicação interconsciencial expande nossas idéias para além do escopo físico e descortina universos paralelos jamais imaginados. O conhecimento multidimensional, plurisecular, que trazemos na holomemória é a mais sincera língua de comuncação que possuímos, para, de forma efetiva e eficaz, conquistar o verdadeiro aprendizado humano.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Consciência e Conscienciologia


A Conscienciologia é a neociência dedicada ao estudo da consciência de forma integral considerando todos os seus veículos de manifestação (holossoma), as múltiplas dimensões energéticas (multidimensionalidade), as múltiplas vidas (serialidade) e a evolução consciencial, baseada no paradigma consciencial.

Por consciência aqui entendemos o ser vivo pensante e racional, inteligência humana em todas as suas manifestações, nas formas intra e extrafísica. Intrafísica enquanto pertencente ao mundo físico, terrestre, concreto, e extrafísico, quando no mundo energético ou conhecido por espiritual. As duas formas de consciências, entretanto, são indissociáveis e estão permanentemente ligadas por extensões pluriexistenciais na teia multidimensional.

A consciência intrafísica, personalidade humana, o cidadão ou cidadã da sociedade que conhecemos, evolui por meio do autoconhecimento, resultado da sua autopesquisa, na identificação e superação dos traços fardos. A autopesquisa consciencial ocorre com autoenfrentamento e conseqüentes reciclagens de comportamento. O complexo universo pluriexistencial da consciência traz em si o modelo mais atualizado da sua evolução - somos a forma mais atualizada de nós mesmos. Somos hoje a soma de todo o nosso conteúdo cognitivo, adquirido ao longo de inúmeras séries existenciais (seriexes), como se vivéssemos em muitas ocasiões os resquícios de todos aqueles indivíduos que um dia fomos em
condições e contextos pretéritos, mas com os quais, por alguma razão, ainda temos ligações representadas por comportamentos e atitudes muitas vezes inadequados na atual realidade física. O amálgama de experiências do qual a consciência é formada transcende a realidade que podemos ver e sua representação no mundo físico hoje nos apresenta um perfil multidimensional e pluriexistencial.

Aqui nosso enfoque está na evolução consciencial através do paradigma consciencial, antidogmático, isento de teorias religiosas, simbolismos, misticismos, esoterismos. O movimento de evolução consciencial por meio do autoconhecimento despreza o engessamento de idéias, proposições pre-estabelecidas e preconceitos para propor um olhar no espelho da consciência pronta para o autoenfrentamnento de si mesma com o objetivo de superar-se sem autocorrupções.